O Instituto Nacional de Estatística (INE) recolhe e publica informação em específico sobre concertos de música em Portugal desde 1979. Neste texto toma-se como referência a série temporal 1979 a 2018. Esta série histórica permite uma aproximação à evolução anual da oferta (sessões), da procura (espectadores) e das receitas provenientes das entradas.
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Emprego cultural em Portugal no quadro da União Europeia: caracterização e tendências de evolução
José Soares Neves e Rita Bettencourt Rodrigues
Publicado a 22 de setembro de 2026
Introdução
O emprego é uma importante dimensão da cultura e é uma das áreas de produção estatística do Eurostat, numa base supranacional e nacional. Na sequência de anteriores publicações do OPAC (Neves & Miranda, 2020; Neves et al., 2021a; Neves et al., 2021b) incluem-se aqui indicadores de Portugal em perspetiva comparada com a União Europeia (UE) com os dados mais recentes (2025). Traça-se também a evolução verificada tendo presente os 15 anos que constituem esta série estatística (2011-2025).
Importa ter em conta que os dados do Eurostat e do INE provêm da mesma operação estatística – o European Union – Labor Force Survey (Eurostat)/Inquérito ao Emprego (INE) - mas isso que não significa que os publicados pelas duas instituições coincidam. Cabe aos institutos nacionais de estatística a recolha de dados nacionais e a sua comunicação ao Eurostat que procede ao seu tratamento e divulgação para o conjunto dos países abrangidos. Estes processos foram detalhados em Neves et al. (2021a; 2021b).
Os dados reunidos e trabalhados pelo Eurostat para os vários países estão disponíveis para consulta quer em publicação anual (linha de publicações Statistics Explained), quer em base de dados online, portanto em qualquer caso em acesso aberto. O Eurostat (e o INE) publicam regulamente (e disponibilizam igualmente online, em acesso aberto) o enquadramento metodológico seguido na recolha e tratamento dos dados harmonizados para os vários países que divulgam.
O foco neste texto é, em específico Portugal, de acordo com diversas perspetivas analíticas. Privilegia-se a comparação com o conjunto dos países da União Europeia – e por isso a fonte utilizada é o Eurostat – não apenas quanto ao emprego cultural, mas também na relação deste com o emprego total A análise incide nos perfis sociais e laboral do emprego – dimensão que adquire maior relevância no atual processo em curso de revisão do Estatuto dos Profissionais da Área da Cultura[1], e sua especial incidência nos trabalhadores independentes – identificando continuidades e mudanças no emprego cultural no país, em que medida se aproxima ou se distancia quer da média da UE quer do emprego total.
1.1. Emprego cultural em Portugal em perspetiva comparada na União Europeia
O Eurostat estima em 226,9 mil o número correspondente ao emprego cultural em Portugal em 2025, número que representa uma variação de +3,7% face a 2024.
O gráfico 1 permite observar o peso relativo do emprego cultural no emprego total nos 27 mercados de trabalho nacionais da União Europeia. O total de 4,3% no conjunto da UE regista uma dispersão significativa entre países: dos 1,8% da Roménia (mínimo) aos 5,7% dos Países baixos (máximo). Portugal apresenta um valor de 4,3% e iguala a média da UE.

A posição relativa de Portugal no contexto europeu, alinhada com a média da União Europeia em 2025, representa uma alteração relevante face à década anterior, período em que o país se manteve sistematicamente abaixo daquela referência. A comparação da evolução da percentagem de emprego cultural em Portugal e na média da União Europeia, apresentada no gráfico 2, confirma a trajetória de convergência gradual. Em 2011, o emprego cultural representava 3,3% do emprego total em Portugal, face a 3,9% na média da UE. Em 2022, Portugal ultrapassou a média europeia, registando 4,4% contra 4,2% e, e em 2023, a diferença ampliou-se com 4,5%, face aos mesmos 4,2% da UE. Nos anos seguintes, os valores aproximaram-se novamente, culminando em 2025 com a convergência, fixando-se em 4,3%. Esta evolução confirma o aumento do peso relativo do emprego cultural no mercado de trabalho português ao longo do período observado e, também, a convergência de Portugal com os padrões europeus neste domínio.

De acordo com o gráfico 3, confirma-se que o valor registado em 2025 - quase 227 mil empregos - é o mais elevado da série de 15 anos em apreço. Este resultado culmina a tendência de crescimento observada no arco temporal 2011-2025, apesar de pequenas quebras pontuais registadas em 2012, 2016 e, mais recentemente em 2024, que, em geral foram recuperadas no ano seguinte. Estes dados evidenciam um crescimento sustentado do emprego cultural em Portugal ao longo da última década e meia.

A comparação entre Portugal e a média da UE evidencia que a evolução do emprego cultural tem sido mais positiva em Portugal (gráfico 4). A análise com recurso a números índice permite observar um contraste crescente entre as trajetórias registadas, particularmente a partir de 2017, embora já se tornasse percetível, ainda que de forma moderada, desde 2015. Em 2025, tomando como referência o início da série (2011), Portugal apresenta uma variação que é mais do dobro da UE (46,7% contra 20,6%). Estes resultados evidenciam uma assinalável dinâmica de crescimento do emprego cultural no país.

1.2. Perfil social do emprego cultural em Portugal e União Europeia
Os dados do Eurostat permitem a caracterização do emprego cultural quanto ao perfil sociodemográfico segundo três variáveis - sexo, idade e escolaridade. A este propósito importa ter em conta que o emprego cultural, relativamente ao emprego total, se carateriza em termos gerais no conjunto dos países da UE pela proximidade quanto à distribuição por sexo (sendo que o cultural é ligeiramente feminizado, 49,6% contra 46,5% no emprego total) e quanto à idade - embora com diferenças em vários grupos de idade, como por exemplo naqueles com 50-64 anos, em que é mais baixo (28,8% contra 32,3%), e no grupo 15-29 anos, em que é ligeiramente mais alto (17,9% contra 17,1%). Pelo contrário, quanto à escolaridade as diferenças são nítidas: por exemplo o nível superior é mais acentuado (61,9%) no cultural contra 39,5% no emprego total) (Eurostat, 2026a, pp. 5-6).
O gráfico 5 mostra os dados mais recentes numa perspetiva comparada entre Portugal e a UE. Quanto ao perfil sociodemográfico, por sexo, em Portugal as mulheres são já mais de metade (51,1%) quando na UE ainda se situam ligeiramente abaixo (49,6%). Quanto à idade verifica-se que em Portugal é simultaneamente mais jovem (20,3% contra 19,4%) e menos idoso, e com uma diferença mais expressiva (1,7% contra 5,2%), Portugal regista uma percentagem mais elevada no grupo 40-49 anos, grupo em que a diferença é mais acentuada (30,0% contra 25,6%).

Do ponto de vista da escolaridade, embora, como seria de esperar, os detentores de ensino superior sejam sempre maioritários, Portugal apresenta um perfil menos qualificado do que a União Europeia, destacando-se as percentagens mais elevadas de trabalhadores com escolaridade até o 3ª ciclo do ensino básico (13,1% contra 6,7%).
No seu conjunto, estes dados apontam para uma aproximação à paridade entre sexos, considerando a estrutura da população portuguesa, para uma renovação em termos geracionais e uma qualificação ainda inferior à observada no contexto europeu. Embora os dados não permitam aprofundar a questão, seria relevante conhecer, por exemplo, a distribuição das qualificações escolares por grupos etários – e. g. os níveis de escolaridade mais baixos concentram-se sobretudo entre os trabalhadores mais velhos, como seria expectável, ou também se verificam entre os mais jovens?
No que respeita ao perfil laboral (ainda no gráfico 5), considerando quatro variáveis de análise, Portugal apresenta valores próximos ou ligeiramente inferiores aos da União Europeia na proporção de trabalhadores por conta própria (30,5% face a 31,6%) e de trabalhadores com emprego permanente (81,6% face a 83,5%). Em contrapartida, regista uma percentagem ligeiramente superior de trabalhadores com um único emprego (93,1% face a 91,4%). A principal diferença verifica-se, contudo, no trabalho a tempo completo, cuja expressão é significativamente mais elevada em Portugal (87,6%) do que no conjunto da UE (76,6%). Esta é, assim, a característica que melhor distingue o emprego cultural em Portugal no contexto europeu.
1.3. Perfil social e laboral do emprego cultural em Portugal e União Europeia (2025)
Depois de comparado o emprego cultural português com o da União Europeia, analisa-se agora, para o caso português, o modo como o emprego cultural se diferencia do emprego total, recorrendo às mesmas dimensões e variáveis de análise (gráfico 6).
Começando pelo perfil social, observa-se uma grande proximidade entre os dois universos relativamente à distribuição por sexo. Ainda assim, as mulheres são já maioritárias no emprego cultural, ao contrário do que sucede no emprego total (51,1% face a 49,5%). Quanto à idade, os dados revelam uma clara juvenilidade no emprego cultural, com percentagens superiores em todos os escalões etários até aos 49 anos e inferiores nos grupos de idade mais avançada (65 ou mais anos). No que respeita à escolaridade, evidencia-se claramente a maior qualificação do emprego cultural: o desnível entre os que têm o ensino superior no emprego cultural (60,8%) face ao que se verifica no emprego total (35,1%) corresponde quase a 25 pontos percentuais e a uma incidência próxima do dobro da registada no conjunto do emprego.
Quanto ao perfil laboral, o emprego cultural apresenta valores inferiores aos do emprego total nas três modalidades com maior volume de trabalhadores (pessoas com apenas um emprego, pessoas a trabalhar em tempo completo e pessoas com emprego permanente), mas significativamente superiores, na verdade mais do dobro, entre os trabalhadores por conta própria (30,5% contra 14,7%). Este constitui, aliás, um dos traços distintivos do emprego cultural em Portugal, evidenciando a importância desta forma de inserção profissional no sector cultural português.

O gráfico 7 permite observar a evolução do perfil laboral do emprego cultural em Portugal, no período analisado pelo Eurostat, em número de trabalhadores. Verifica-se um crescimento acentuado do trabalho a tempo completo e, embora de forma mais moderada, também das situações de emprego único. Por sua vez, o emprego permanente tem registado uma tendência de diminuição, enquanto o trabalho por conta própria apresenta um ligeiro aumento. Como resultado, estas duas modalidades aproximam-se progressivamente em termos do número de trabalhadores.

Numa perspetiva europeia, o gráfico 8 mostra que, em todos os 26 países com dados disponíveis (exceção do Luxemburgo), o trabalho por conta própria (ou independente) é expressivamente mais frequente no emprego cultural do que no emprego total. Portugal situa-se próximo da média europeia, registando 30,5%, de trabalhadores independentes, face a 31,6% no conjunto da UE. Entre os países analisados, o valor mais elevado regista-se em Itália (47,7%), ao passo que o mais baixo se observa na Roménia (15,8%).

Considerações finais
A análise dos dados do emprego cultural em Portugal e da sua comparação com a União Europeia permite destacar como conclusões principais:
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Convergência com a União Europeia: o peso do emprego cultural no emprego total em Portugal passou de 3,3% em 2011 para 4,3% em 2025, alcançando a média da UE. Em termos absolutos, o número de trabalhadores no emprego cultural português aumentou 46,7% face a 2011.
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Crescimento sustentado: a evolução do emprego cultural em Portugal evidencia uma trajetória crescimento de médio prazo, particularmente acentuada a partir da segunda metade da década de 2010.
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Feminização gradual: o crescimento do emprego cultural feminino foi mais intenso do que o masculino. Em 2025 as mulheres representam 51,1% do emprego cultural em Portugal, assumindo uma posição maioritária que não se observa no conjunto da EU.
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Estrutura etária relativamente mais jovem: o emprego cultural caracteriza-se por uma presença mais significativa de trabalhadores nos escalões etários até aos 49 anos, quando comparado com o emprego total.
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Elevado nível de qualificação, embora inferior ao padrão europeu: em 2025, 60,8% dos trabalhadores culturais em Portugal possuem ensino superior, uma proporção substancialmente superior à observada no emprego total (35,1%). Ainda assim, o emprego cultural português apresenta um perfil ligeiramente menos qualificado do que a média da União Europeia.
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Especificidade laboral: em 2025, o trabalho por conta própria representa 30,5% do emprego cultural em Portugal, mais do dobro do observado no emprego total (14,7%). O emprego cultural apresenta também menor proporção de emprego permanente, menor incidência de trabalho a tempo completo e menor proporção de trabalhadores com um único emprego do que o conjunto do mercado de trabalho português.
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Particularidade portuguesa no contexto europeu: apesar da forte incidência do trabalho por conta própria, o emprego cultural em Portugal distingue-se também pela elevada proporção de trabalho a tempo completo (87,6%), significativamente superior à média da União Europeia (76,6%).
Em suma, o emprego cultural em Portugal apresenta uma trajetória de crescimento e convergência com a UE, combinando níveis de qualificação elevados, uma distribuição por sexo próxima da paridade e forte peso do trabalho independente. Esta combinação aproxima Portugal do perfil europeu do emprego cultural, mas distingue o setor cultural do conjunto do mercado de trabalho nacional.
Notas
[1] Grupo de Trabalho Para a Avaliação e Execução e Revisão do Estatuto dos Profissionais da Área da Cultura. (2026). Estatuto dos Profissionais da Área da Cultura. Relatório da Execução e Revisão. MCJD, IGAC. Tenha-se em conta, a este propósito, as noções de "emprego cultural" (Eurostat/INE) e "profissional da cultura" (DL 105/2021, de 29 de novembro, Anexo, art.º 2 "âmbito subjetivo"). Sobre as características dos profissionais independentes da área da cultura consultar os resultados do inquérito do OPAC, publicados em quatro relatórios, designadamente Neves, J. S., Gomes, R. T., Lima, M. J., & Azevedo, J. (2021). Inquérito aos Profissionais Independentes das Artes e da Cultura: Report#1 Emprego cultural e perfis social e laboral. Observatório Português das Atividades Culturais, CIES-Iscte.
Nota metodológica:
Emprego cultural - O conceito resulta do cruzamento entre duas classificações: das atividades económicas (NACE - Nomenclature Satistique des Activités Economiques dans la Communauté Européenne/Statistical Classification of Economic Activities in the European Community) e as profissões (ISCO - International Standard Classification of Occupations). Assim, são incluídas três situações, excluindo apenas ocupações não culturais em atividades não culturais (tabela 1). Deste modo, emprego cultural é diferente de emprego no sector cultural.
Tabela 1. Emprego cultural na interseção das classificações de atividade (NACE) e profissão (ISCO)
Fonte: EU Labour Force Survey – Explanatory notes.
Exemplos considerados como emprego cultural:
• ocupa uma profissão cultural e trabalha numa atividade económica cultural (por exemplo, um bailarino empregado por uma companhia de ballet ou um jornalista a trabalhar num jornal diário – célula I);
• ocupa uma profissão cultural fora das atividades económicas culturais (por exemplo, uma designer a trabalhar na fabricação de automóveis – célula II);
• ocupa uma profissão não cultural numa atividade económica cultural (por exemplo, um contabilista a trabalhar numa editora de livros – célula III)
Pessoa empregada - a população com 15 ou mais anos que, na semana de referência, trabalhou pelo menos uma hora mediante remuneração, lucro ou ganho familiar, ou que não trabalhou nessa semana, mas tinha um emprego ou negócio do qual estava temporariamente ausente (EU-LFS).
Trabalho a tempo inteiro (Employed persons working full-time) - Esta variável refere-se ao emprego principal. A distinção entre trabalho a tempo inteiro e a tempo parcial baseia-se geralmente numa resposta espontânea do entrevistado. As principais exceções são os Países Baixos e a Islândia, onde é aplicado um limite de 35 horas, a Suécia, onde o limite é aplicado ao trabalho independente, e a Noruega, onde as pessoas que trabalham entre 32 e 36 horas são questionadas se se trata de uma posição a tempo inteiro ou a tempo parcial. Para mais detalhes, por favor consulte as notas explicativas do EU-LFS e o guia do utilizador do EU-LFS para a variável FTPT. As categorias “trabalho por conta própria” e “trabalho em tempo inteiro” referem-se ao total do emprego cultural, enquanto “emprego permanente” tem por referência apenas o emprego cultural exercido por conta de outrem.
Trabalho independente - Um trabalhador independente é o proprietário único ou coproprietário da empresa não constituída em sociedade (ou seja, que não foi constituída como pessoa coletiva) na qual trabalha, a menos que exerça simultaneamente uma atividade remunerada que constitua a sua atividade principal (nesse caso, é considerado um trabalhador por conta de outrem).
Área geográfica de referência: Estados-Membros da União Europeia; países da EFTA, exceto o Liechtenstein; Reino Unido, até 2019; e países candidatos, designadamente Bósnia-Herzegovina, Montenegro, Macedónia do Norte, Sérvia e Turquia. Os dados relativos a Chipre abrangem apenas as áreas sob controlo do Governo da República de Chipre. Os dados relativos a França incluem Guadalupe, Martinica, Guiana Francesa e Reunião desde 2014, e Maiote desde 2024.
Fonte: As estimativas anuais do emprego cultural são calculadas a partir dos dados anuais do European Union Labour Force Survey (EU-LFS). Este inquérito é realizado de forma contínua, com entrevistas distribuídas por todas as semanas de cada trimestre. Os dados anuais abrangem os quatro trimestres de referência e correspondem à média dos resultados trimestrais de cada ano.
Unidades de observação: As unidades de observação são os indivíduos e os agregados familiares. Os dados e indicadores de emprego cultural referem-se aos indivíduos com idade igual ou superior a 15 anos (Eurostat, 2026c, p. 13).
Referências
Eurostat. (2026a). Culture statistics: Cultural employment. Statistics Explained. Eurostat.
Eurostat. (2026b). Culture statistics: Online publication. Eurostat.
Eurostat. (2026c). Guide to Eurostat culture statistics: 2026 edition. Publications Office of the European Union.
Grupo de Trabalho Para a Avaliação e Execução e Revisão do Estatuto dos Profissionais da Área da Cultura. (2026). Estatuto dos Profissionais da Área da Cultura. Relatório da Execução e Revisão. MCJD, IGAC.
Neves, J. S., Gomes, R. T., Lima, M. J., & Azevedo, J. (2021). Inquérito aos Profissionais Independentes das Artes e da Cultura: Report#1 Emprego cultural e perfis social e laboral. Observatório Português das Atividades Culturais, CIES-Iscte.
Neves, J. S., & Miranda, A. P. (2020). Emprego cultural em Portugal 2011-2018. Observatório Português das Atividades Culturais, CIES-Iscte.
Neves, J. S., Miranda, A. P., & Lopes, M. Â. (2021a). Emprego cultural em Portugal 2011-2019: perspetiva comparada entre Eurostat e INE. Observatório Português das Atividades Culturais, CIES-Iscte.
Neves, J. S., Miranda, A. P., & Lopes, M. Â. (2021b). Emprego Cultural em Portugal em 2020. OPAC-Observatório Português das Atividades Culturais, CIES-Iscte.

Como citar: Neves, José Soares & Rita Bettencourt Rodrigues (2026), Emprego cultural em Portugal no quadro da União Europeia: caracterização e tendências de evolução, Lisboa, OPAC-Observatório Português das Atividades Culturais, CIES-Iscte. DOI: 10.15847/CIESOPACIC032026
